
São histórias atípicas, sim, nem por isso mesmo, menos humanas. Todos aqueles personagens amam a sua maneira. E, mesmo que Nichols tenha errado em os mostrar por vezes semelhantes em suas atitudes, é fato que cada faceta de seus personagens são mais que reais.
O grande destaque, fica mesmo por conta das atuações, sobretudo a da jovem Natalie Portman. Um Clive Owen sempre fraco, faz sua melhor atuação, o que não é muita coisa, mas que serviu para uma indicação ao Oscar. Jude Law, que é o personagem mais complexo da trama, tem uma excelente atuação, quando efetivamente exigido. Julia Roberts, merece esses tipos de filme, de bons diálogos, e que explorem melhor a boa atriz que o é.
Destaca-te também a cativante Trilha Sonora, linda e bem pontuada - até a Bossa Nova que ouvimos se ajusta perfeitamente ao contexto em que aparece.
Sobre o personagem de Law, o escritor Dan, vale dizer que ele, o mais sincero, foi, justamente, aquele que no meu entender final, se deu pior, amargurou as maiores dores. Mas real, impossível.